As janelas se abriram. o sereno entrou resfriando o quarto, e no meio de almofadas brancas, edredon vermelho e amor, sentia-se aquele cheiro de orvalho. acendeu-se um incenso, sândalo, misturando cheiros que davam sensações. aquele verde, o amarelo na rua, o azul escuro no céu, o Sol escondido querendo raiar, os pássaros querendo acordar. tudo numa sintonia. e dentro do quarto havia outra sintonia: aqueous transmission ou calcanhotto, nos definindo em melodias suaves, toques suaves, sereno, chão, verde. pernas de fora, uma blusa qualquer, poses envergonhadas, registros da varanda amanhecendo, narizes, risos (eternos), cama aconchegante.
Clareia minha vida, amor, no olhar! clareia todo dia, me acorde toda manhã, me mime, me diz coisas que só voce sabe dizer com o sotaque mais apaixonante.
não quero fechar as janelas, não quero arrumar a cama, gosto da sua cara de sono, do seu caos calmo, do pão com manteiga derretida e queijo, gosto do gato, das conversas que quebram o silêncio matinal, das batidas na porta, da correria do seu dia a dia. eu quero tanto fazer parte disso, posso? prometo aprender a tomar leite em copos grandes. prometo porque não juramos!
você tem todos meu sorrisos (secretos), guardados numa caixinha ou mil deles que você me rouba quando estou ao seu lado. milhões milhões!
tell me what we gonna do now (no nosso mundo).
as janelas não se fecharam, sei que elas ainda estão entreabertas pra eu poder entrar sempre que quiser.
20 outubro, 2008
16 outubro, 2008
08 outubro, 2008
new hobby
muito tempo sem computador, sem escrever.
as folhas se perderam no meio das minhas coisas, meus rascunhos, minhas frases de impacto, meus retratos. perdi minhas fotos, minhas musicas, meus segredos, meu passado proximo, esta tudo naquele hd maldito, odeio maquinas, odeio depender delas, odeio.
tinha tanta coisa em mente que agora me deparo com esse espaco em branco e me perco nos inumeros assuntos que queriam se tornar textos.
eu nao sei o que ta aconetecendo, acordar 11 da manha todo dia nao fazia parte de mim. passar madrugadas em claro conversando no telefone, lendo, vendo qualquer programa bobo na tv ou gastando tempo apenas, nao era meu hobby.
eu sinto falta de tanta coisa, daquela rotina diaria, semanal. de dancar, falar frances e ver pessoas diferentes, pegar transito. sempre disse que odeio rotina e eu realmente odeio, mas me dei conta que posso sentir saudade dela. porem sei que falta pouco pra uma nova rotina comecar, e tudo se encaixara da melhor forma.
as coisas estao ainda se digerindo, preciso de um tempo pra entender e acreditar em tudo. posso ter meu tempo? saber que preciso viver isso agora, porque eu quero muito, infinitamente, viver isso.
eu so tava pensando em acender mais um cigarro e respirar mais fundo hoje a noite.
as folhas se perderam no meio das minhas coisas, meus rascunhos, minhas frases de impacto, meus retratos. perdi minhas fotos, minhas musicas, meus segredos, meu passado proximo, esta tudo naquele hd maldito, odeio maquinas, odeio depender delas, odeio.
tinha tanta coisa em mente que agora me deparo com esse espaco em branco e me perco nos inumeros assuntos que queriam se tornar textos.
eu nao sei o que ta aconetecendo, acordar 11 da manha todo dia nao fazia parte de mim. passar madrugadas em claro conversando no telefone, lendo, vendo qualquer programa bobo na tv ou gastando tempo apenas, nao era meu hobby.
eu sinto falta de tanta coisa, daquela rotina diaria, semanal. de dancar, falar frances e ver pessoas diferentes, pegar transito. sempre disse que odeio rotina e eu realmente odeio, mas me dei conta que posso sentir saudade dela. porem sei que falta pouco pra uma nova rotina comecar, e tudo se encaixara da melhor forma.
as coisas estao ainda se digerindo, preciso de um tempo pra entender e acreditar em tudo. posso ter meu tempo? saber que preciso viver isso agora, porque eu quero muito, infinitamente, viver isso.
eu so tava pensando em acender mais um cigarro e respirar mais fundo hoje a noite.
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