é tempo de plantar, de aproveitar todas oportunidades, de se jogar, de se perder e voltar ao eixo, de conhecer pessoas, de selecionar verdadeiros amigos (àqueles que serão eternos). é tempo de apaixonar e desapaixonar, de se entregar de corpo e alma, de quebrar a cara, de se recompor, de viver tudo intensamente. é tempo de aprender todo dia, de levar as coisas a sério mas nem tudo, de dançar a noite inteira, de apegar e desapegar às coisas, às pessoas, aos vícios. não pára, não pode parar, o tempo não pára, a cidade não pára, nada, nada. é preciso entender que love is all we need, que sorrisos e promessas falsas tem de monte, se não, o que tem de mais por aí. porém é só saber onde encontrar sorrisos sinceros e abraços quentes, onde há amor, onde há poesia e música agradável. isso também tem de monte, só é preciso encontrar.
intensidade é a palavra desse tempo, tanto no riso como na lágrima. portanto ser intenso não é sinônimo de desequilíbrio, mas até aí eu também não sei medir intensidade de uma forma equilibrada. equilíbrio talvez seja o que a humanidade morre procurando.
chega do insconciente coletivo, das aparências protegidas, das verdades-mentiras. as coisas são ou não são, só falta coragem pra assumir (e ser) a verdade. não quero saber de fitas métricas e paredes brancas, só quero ter a certeza a cada dia que há épocas, tempos, fases. hoje é minha época, meu tempo, minha fase (e acredito que pode durar eternamente) contigo.