não me obrigue a fazer sentido
05 junho, 2011
o ato de (não) respirar
era madrugada, a rua estava vazia, o vento cortava meu rosto e o ar gelado quando entra nos pulmões parece que sufoca. eu desaprendi a respirar no frio paulistano. não sei se era pela pressa, pelo medo, pelo choro ou simplesmente pelo ar gelado.
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